Elytron leva 10 colaboradores à Black Hat e DEF CON

A Elytron CyberSecurity levou dez colaboradores para Las Vegas, nos Estados Unidos, para participar da Black Hat USA 2026 e da DEF CON 34. A empresa, comandada pelo CEO João Brasio, pagou todas as despesas da viagem, que faz parte de um programa anual de reconhecimento para profissionais que se destacam no setor.
A comitiva começou a imersão na Black Hat USA 2026, que ocorreu entre os dias 1º e 6 de agosto no Mandalay Bay Convention Center. O evento teve foco em inteligência artificial, saúde, finanças e apresentação de pesquisas sobre novas vulnerabilidades. Depois, o grupo seguiu para a DEF CON 34, realizada de 6 a 9 de agosto no West Hall do Centro de Convenções de Las Vegas, com laboratórios práticos, palestras e vilas temáticas sobre segurança da informação.
João Brasio afirmou que a iniciativa é uma forma de investir no futuro da empresa. “Sempre digo que tecnologia é feita por pessoas. Reconhecer quem entrega resultados consistentes é uma forma de agradecer e, ao mesmo tempo, investir no futuro da empresa. Participar da Black Hat e da DEF CON significa colocar nossos profissionais em contato com o que existe de mais avançado em cibersegurança no mundo”, disse.
O empresário também reforçou o compromisso com a valorização da equipe. “A Elytron foi construída por pessoas. Cada conquista da empresa passa pelo talento, pela dedicação e pela capacidade técnica do nosso time. Quando eles crescem, a empresa cresce junto”, completou.
A organização da viagem levou meses de planejamento logístico. Larissa Scorzafava, secretária executiva da Elytron CyberSecurity e responsável pela coordenação da iniciativa, explicou que o objetivo foi garantir que os profissionais aproveitassem ao máximo as oportunidades de aprendizado e networking. “Nossa missão foi organizar uma experiência que permitisse a eles aproveitar cada oportunidade de aprendizado e networking, para que esse conhecimento retorne à empresa e seja compartilhado com todo o time”, destacou.
A empresa adota uma cultura de disseminar internamente o conhecimento adquirido no exterior. A participação em eventos internacionais é vista como parte da estratégia para manter o corpo técnico atualizado e melhorar os serviços oferecidos no mercado nacional. A iniciativa também ocorre em um momento de alta concorrência por profissionais qualificados em proteção de dados e infraestruturas críticas, com organizações buscando formas de reter talentos em um cenário de ameaças cibernéticas cada vez mais complexas.


